Curiosidades

Aqui apresentarei algumas curiosidades sobre meus textos. Processo criativo, inspiração para os nomes, observações pertinentes e outras coisitas do tipo.

< Em construção >


Nomes

Primeiramente, de onde vem todos esses nomes que eu encho nos meus textos? Bem… Eu tenho péssimas notícias para quem acha que eles são muito bem pensados, com um significado enorme por trás…

Cerca de 60% de todos os nomes de todos os personagens que eu crio vem de…. *música dramática* … gerador aleatório de nomes! *DUN DUN DUNNNNN* É exatamente o que você leu, nomes aleatórios… ‘-‘ Sendo alguns saíram de programas geradores enquanto outros vieram do meu gerador cerebral de nomes. Normalmente eu penso: “eu quero um nome que comece com Z”. Aí eu vou criando combinações silábicas começadas com ‘Z’ até que eu ‘encontre’ uma que soe bacana.

Exemplos: Lamark, Zach, Marco, Martha, Ralph, Rassufel, Gaheris, Seire, Néphise, boa parte dos nomes de lugar, quase todos os sobrenomes :c…

Continuando. Creio que uns 35% dos nomes venham de… *música mais dramática* … personagens de outras coisas que eu leio, assisto ou ouço! É, eu assalto nome dos outros na cara dura :x

Exemplos: Rak, Tork, Colodi, Zepelli, Henkel, Rachel, Gajeel, Navir…

Comassim? :c Rak é um reptiliano no manhwa Tower of God. Tork é o troglodita em Holy Avenger ‘-‘. Colodi vem do manhwa Geppeto. Zepelli é de Jojo’s Bizarre Adventures *corre*. Rachel também vem de Tower of God. E Henkel… bem… vem das músicas de Subway to Sally ‘-‘ Gajeel é um personagem de Fairy Tail *corre* e Navir conseguiu ser o pior roubo de todos os tempos: vem de Naver da Naver Webcomic.

Finalmente, temos os 5% restantes dos nomes que tem algum significado real  xD Vem desde simples tradução de outro idioma, a anagramas e jogos de palavras. Tem até mesmo um completamente literal! Eu sei… eu sou horrível para criar nomes :/

Exemplos: Meltse, Balthazar, o sobrenome Eisen, Hochberg…

Eisen é bem conhecido e bastante usado por aí: significa “ferro” em alemão. Enquanto isso Meltse vem de schmeltzen, “derreter” em alemão. Bem simples heim? Balthazar foi o primeiro e único anagrama que eu já fiz em toda minha vida e eu nem fui conferir pra ver se realmente tava certo xD Basicamente eu utilizei as palavras haltbar e zäh, mais palavras alemãs que significam “sólido” e “tenaz” respectivamente.

P.s.: Sempre que eu introduzir personagens novos a história, vou colocá-los aqui em sua respectiva “classificação” e explicar a origem do nome. Fiquem de olho! :)

Curiosidades:

Seire é a personagem que mais mudou de nome durante a fase de criação. No texto ‘original’ ela se chamava Sméria, a deusa se chamava Asvalon (eu estava lendo As Brumas de Avalon na época) e ela sabia exatamente para onde queria ir: a cidade de Néphise… Nessa época ela fazia parte de uma história independente. Quando eu migrei todo o cenário dela para o de Quimerae eu acabei me esquecendo que tinha chamado ela de Sméria e coloquei o nome de Yuta. Retomando a história agora no final de 2014, eu esqueci de novo… e coloquei o nome de Seire. Sméria e Yuta agora são outras pessoas e veremos elas num futuro relativamente distante.

Rassufel originalmente deriva de Scadufax, o cavalo do Gandalf em Senhor dos Anéis. Agora… lembrar como eu fiz para transformar Scadufax em Rassufel… Faz tanto tempo que nem me lembro.


História da criação do universo Quimerae

Enquanto Quimerae só veio a adquirir um título agora em 2015, o nascimento de todo o universo (ainda sem nome) onde se passa a história tem pelo menos uns 12 anos.

Tudo foi criado inicialmente para ser pano de fundo para uma campanha experimental de Gurps 3ª edição. Campanha que foi jogada por praticamente um ano! Era basicamente um background medieval fantástico padrão, com a pequena diferença de magia não ser algo comum e a presença de outras raças não humanas ser quase nula.

Como padrão, geralmente se cria alguns personagens para interagir com os jogadores de igual para igual e outros personagens extremamente fortes para: a) serem os futuros últimos chefões; b) ser aquele que ‘manda’ os jogadores para as enrascadas. Por mais incrível que se possa imaginar, a grande maioria desses personagens (agora antagonistas ou coadjuvantes) sobreviveu até hoje com poucas ou quase nenhuma mudança. Nota: nenhum deles apareceu ainda.

Continuando… Enquanto a campanha era jogada, a história ia se desenvolvendo de forma constante, mas raramente anotada. Eu guardava tudo na cabeça e escrevia apenas acontecimentos chave ou introduções para histórias futuras. Até que a campanha teve de ser encerrada, por motivos de falta de tempo. Passou um tempo com todas aquelas histórias não jogadas na minha cabeça e me deu vontade de escrever.

Foi quando comecei finalmente a tentar escrever tudo em forma de livro. Não consegui. O máximo que aparecia eram pequenos contos de duas a quatro páginas, sempre focando os personagens secundários. Contos, cartas, crônicas, bibliografias e cronologias surgiram neste período. E muito pouco se salvou por escrito até hoje. Ainda estou atrás dos meus esboços de cronologia.

Revoltei-me geral com esses textos curtos e decidi: vou criar personagens principais para continuar a aventura! E assim vieram um bocado de ‘fracassos’. Gente que eu escrevia duas ou três páginas introdutórias e enjoava dos personagens. Seire e Rassufel, dentre outros, vêm desta fase. Na época eu odiava eles.

E parei por um bom tempo de escrever. Voltei a interação mental entre os personagens que acabavam quase sempre no mesmo ponto porque eu caia no sono. Aí eu dei um tempo para a história.

Então… Desde muito tempo eu era (e ainda sou) fã de Animes (desenhos animados japoneses). Eu estava assistindo animes de forma… abundante. Via os famosos e os que ninguém nunca tinha ouvido falar. Até que um amigo meu me apresenta o anime de Tales of Phantasia, baseado em um jogo de SNES de mesmo nome.

*pausa para a invocação de Maxwell*

E, de repente, toda aquela campanha de RPG vem a minha mente e eu imagino os personagens principais perfeitos! Surgem Meltse e Lamark. É quando toda a história começa a andar novamente. Até alguns dos personagens fracassados foram repaginados e trazidos de volta a principalidade: Rassufel e Seire. E assim se fecham as pontas soltas que eu tinha deixado em Quimerae.

Foram mais um bocado de anos entre a epifania de Tales of Phantasia até a final publicação deste blog. Mais especificamente quatro anos! E cá estamos nós, lendo toneladas de textos!!!


O Paradoxo de Katabrock

Para pessoas que viveram na era de ouro do RPG, com o lançamento de 3D&T, Tormenta, Holy Avenger, Espada da Galáxia e Lua dos Dragões o título é autoexplicativo. Mas! Eu sei que isso não é o caso para a maioria dos meus leitores. Assim sendo, vamos ver o que diabos é esse tal de Paradoxo de Katabrock?

Primeiro vamos falar em Espada da Galáxia, que é uma história (e se eu não me engano uma aventura de RPG) sobre as aventuras de um rapaz alienígena da raça dos metalianos: raça inteligente de insetos humanóides metálicos. Como queridos insetos, nascem numa colonia, da mesma mãe (vulgo a rainha) e por aí vai. E… como todo design meio “sem imaginação”, metalianas tem seios.

Agora… Vamos para Tormenta. É basicamente um universo medieval para o sistema de RPG 3D&T. Minha memória é meio curta, mas se não me engano, tudo começou com uma aventura-solo. Daí veio personagens icônicos, como o Paladino e Karabrock, o bárbaro. Karabrock… É o personagem mais… ‘-‘ desprovido de inteligência do universo de Tormenta.

Okay, Camilla. O que diabos você quer dizer com essa conversa toda? Numa revista de RPG (provavelmente a Dragão Brasil) nosso querido Katabrock surgiu com a pergunta mais capciosa do universo: Porque as Metalianas tem seios?

Isso mexeu muito comigo, de verdade. Afinal… só mamíferos tem seios, certo? :x Diga isso pros Argonians em Skyrim… Por isso, todas as minhas raças seguirão o Paradoxo de Katabrock à risca. Leia: sáurias não tem seios :)


6 comentários sobre “Curiosidades

  1. Em concordância com o que você comentou ontem, temos muito em comum mesmo. No caso de nomes, utilizo o gerador cerebral de nomes exatamente da mesma forma que você faz: penso na letra inicial (normalmente preocupado com a repetição) e busco combinação sonoras das sílabas. Khalik Proteus, Clarine Zhaer, Luniel Alof, Galahill, Ughar Uhran, Cletus Styr e assim vai. Alguns são nomes conhecidos como: Izadelle, Ademir, Demóstenes, Claudio, Nina.
    E como eu disse ontem, você tem sim muito organização e muito material. Estou impressionado até agora com a compilação de links para as partes do Prólogo!

    • xD Obrigada. Eu fiz essa compilação de links porque um dos maiores odios que eu tinha era achar um blog bacana e nada que me levasse pro inicio ‘-‘

      • Isso sempre me intrigou em blogs também. A verdade é que, em muitos anos de internet, essa é a primeira vez que entro nesse mundo de blogs para acompanhar e ficar.

      • Essa é oficialmente minha segunda vez. Tive um blog de poesias aos 18 anos… ‘-‘ A blogosfera era beeeeem diferente. Imagine o mundo sem Facebook, Twitter e WordPress. E com Yahoo Sites (geosites se não me engano). Blogger sobrevive até hoje xD

      • Não sei se a inserção dessas redes atrapalha ou ajuda os bloggers, porquê o que percebo hoje é a interação dessas ferramentas facilitando o acesso e a visibilidade. Mas, em contrapartida, alguns usuários podem ficar limitados só às timelines delas, né?

      • Eu diria que já existe o problema só pelo fato de agora ter Blogger e WordPress.
        Por isso eu uso o Facebook para tentar agregar tudo. Curta minha página que vai ter todas as atualizações bonitinhas :) Todo mundo tem Facebook mesmo.

        As outras redes eu não uso muito. Tou voltando ao Twitter mas ainda não sei como é que vai ser :p

        Por fim, vou usar Instagran/Deviantart no futuro para desenhos :) Pretendo publicar em formato webcomic também.

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