Capítulo 6 – Sob o véu


Alexsander e o ancião sáurio observam Rassufel e Vatra já longe, seguindo a estrada. A sáuria só iria até os limites da primeira vila que encontrassem. Já o humano… Não sabiam seu destino final. Desejavam que ele chegasse em segurança.

Também seria interessante se ele se juntasse a Lamark e Meltse. Iriam precisar dele mais cedo ou mais tarde.

Continuar lendo

Anúncios

Capítulo 6 – Voltando para Casa (Parte 2 – Final)


O cadete se aproxima do animal com calma. Murmura baixinho. Vem cá, amigo. Só quero te conhecer. Sorri enquanto estende a mão para a criatura, sem tentar tocá-lo.

O grande réptil observa, desconfiado. Criaturinha estranha, de cheiro esquisito, sem escamas. Os outros diziam que era melhor morder e fugir ao encontrar um bicho daqueles. Mas ele não era de fugir!

Continuar lendo

Capítulo 6 – Voltando para Casa (Parte 1)


Ao terminar de contar o relato do massacre em Rammphel e de como `sobreviveu’ àquilo tudo, Rassufel se sentia exausto. Suava frio. Mas não era tão ruim quanto os pesadelos. Não falou nada sobre o que viu de Gaheris.

O sáurio parecia muito triste ao ouvir tudo aquilo. De súbito ele aperta as mãos do cadete entre as suas próprias:

— Eu… peço desculpas. — murmura baixinho.

Continuar lendo

Capítulo 6 – O Senhor dos Sáurios (Parte 2 – Final)


Rassufel acorda com o cheiro de pão quentinho e chá de maçã. Encontra-se deitado num sofá grande e macio. Lembrava-se vagamente de ter tido um surto de pesadelos. Teria desmaiado? Pelo jeito, sim.

— Ah! Finalmente acordou! — ouve a voz áspera do sáurio — Estávamos ficando preocupados. — suspira — Não se levante agora, pode ser ruim. Respire fundo e relaxe. Ou tente. Porque sei que não é algo fácil o que peço.

Continuar lendo

Capítulo 6 – O Senhor dos Sáurios (Parte 1)


Sem saber onde estava, Rassufel acha melhor enterrar seus pensamentos bem fundo. Do jeito que estavam as coisas, não poderia fazer nada sem a ajuda de Alexsander. Melhor era aproveitar o presente e deixar os problemas de amanhã para o Rassufel de amanhã.

A começar pela beleza da cidade em que estavam. Observando melhor, podia notar o cuidado com que ela foi construida. Um tanto como Athos. A arquitetura era diferente, mais simples, mais… natural? Não sabia dizer ao certo. Athos parecia uma fortaleza gigantesca. Flussevir fazia-o sentir-se numa bucólica vila.

Continuar lendo

Capítulo 6 – Rumo ao Desconhecido (Parte 2 – Final)


Alexsander, Tifo e Rassufel continuam a caminhada pela encosta das montanhas Beor, sempre a leste, por mais dois dias. Andavam rápido, mas não tanto quanto no primeiro dia. Se não fosse assim, Rassufel teria parado a muito tempo.

— Vamos morrer antes de chegar em qualquer lugar se continuarmos desse jeito. — desabafou Rassufel na noite do primeiro dia.

Continuar lendo

Capítulo 6 – Rumo ao Desconhecido (Parte 1)


Os dias passaram se arrastando. Não havia nada a se fazer dentro daquela caverna. As noites eram sempre cheias de sangue e horror. “Pelo menos ainda tenho minha armadura e minhas espadas”, pensa Rassufel.

Na verdade, ambas eram do exército. Também o era seu cavalo morto… O que era seu de verdade estava à salvo em Kaiga, na sua casa.

Continuar lendo

Capítulo 6 – Acordando de um pesadelo (Parte 2 – Final)


Já fazia um tempo que Alexsander e Tifo tinham deixado Rassufel a sós. Não seguiu o conselho. Não conseguia dormir. Mal fechava os olhos e tudo já ficava vermelho e seu estômago embrulhava. Os olhos ardiam e a barriga roncava. O pão, abandonado num prato…

Estava tão irritado, frustrado e aterrorizado que não fez pergunta alguma. E ainda por cima tinha um monte delas.

Continuar lendo

Capítulo 6 – Acordando de um pesadelo (Parte 1)



Nota da autora:

É aconselhável ler os textos Prólogo – O Covarde (Parte 1) e Prólogo – O Covarde (Parte 2 – Final) antes de continuar lendo o capítulo seis.


Sangue. Para onde olhava, só o que via era sangue. Ao longe ouvia os gritos agonizantes dos moribundos. O odor forte de ferrugem o nauseava. Um mar de sangue o cobria até os joelhos. Fresco. Sente o sabor metálico em sua boca. Ouve uma gargalhada doentia. Ouve o relinchar sofrido de seu cavalo. Uma dor intensa, como mil agulhas perfurando a pele, atinge seu pescoço. Era o demônio.

Continuar lendo

Capítulo 6 – Planos


Diamante observa os dois jovens, humano e sáurio, partirem em sua longa jornada suicida que terminaria ou com ambos brutalmente assassinados ou… talvez tenham sucesso… Talvez…

Se os pequenos tinham assim tanta coragem, os grandes tinham que fazer alguma coisa, não é verdade? E era justamente para isso que tinha chamado Alexsander. E Yassa…

Continuar lendo