Capítulo 7 – Paranoia


Seire, Raffléia, Arth e Hafix caminhavam feito loucos. A loba ignorava completamente seus ferimentos cicatrizando e suas roupas novamente ensanguentadas. A sáuria, montada em Silf, recitava baixinho magias de proteção e ocultamento: se alguém os seguisse magicamente, ela saberia. O centauro engole seu orgulho e permite que o humano vá montado nele. Já este último, nada podia fazer além de se sentir um completo inútil.

O ataque que sofreram foi súbito e potencialmente fatal. Nenhum deles entendia por que parou, mas agradeceram silenciosamente aos deuses.

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Capítulo 6 – Sob o véu


Alexsander e o ancião sáurio observam Rassufel e Vatra já longe, seguindo a estrada. A sáuria só iria até os limites da primeira vila que encontrassem. Já o humano… Não sabiam seu destino final. Desejavam que ele chegasse em segurança.

Também seria interessante se ele se juntasse a Lamark e Meltse. Iriam precisar dele mais cedo ou mais tarde.

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Capítulo 6 – Voltando para Casa (Parte 2 – Final)


O cadete se aproxima do animal com calma. Murmura baixinho. Vem cá, amigo. Só quero te conhecer. Sorri enquanto estende a mão para a criatura, sem tentar tocá-lo.

O grande réptil observa, desconfiado. Criaturinha estranha, de cheiro esquisito, sem escamas. Os outros diziam que era melhor morder e fugir ao encontrar um bicho daqueles. Mas ele não era de fugir!

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Capítulo 6 – Voltando para Casa (Parte 1)


Ao terminar de contar o relato do massacre em Rammphel e de como `sobreviveu’ àquilo tudo, Rassufel se sentia exausto. Suava frio. Mas não era tão ruim quanto os pesadelos. Não falou nada sobre o que viu de Gaheris.

O sáurio parecia muito triste ao ouvir tudo aquilo. De súbito ele aperta as mãos do cadete entre as suas próprias:

— Eu… peço desculpas. — murmura baixinho.

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