Capítulo 6 – O Senhor dos Sáurios (Parte 2 – Final)


Rassufel acorda com o cheiro de pão quentinho e chá de maçã. Encontra-se deitado num sofá grande e macio. Lembrava-se vagamente de ter tido um surto de pesadelos. Teria desmaiado? Pelo jeito, sim.

— Ah! Finalmente acordou! — ouve a voz áspera do sáurio — Estávamos ficando preocupados. — suspira — Não se levante agora, pode ser ruim. Respire fundo e relaxe. Ou tente. Porque sei que não é algo fácil o que peço.

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Capítulo 6 – O Senhor dos Sáurios (Parte 1)


Sem saber onde estava, Rassufel acha melhor enterrar seus pensamentos bem fundo. Do jeito que estavam as coisas, não poderia fazer nada sem a ajuda de Alexsander. Melhor era aproveitar o presente e deixar os problemas de amanhã para o Rassufel de amanhã.

A começar pela beleza da cidade em que estavam. Observando melhor, podia notar o cuidado com que ela foi construida. Um tanto como Athos. A arquitetura era diferente, mais simples, mais… natural? Não sabia dizer ao certo. Athos parecia uma fortaleza gigantesca. Flussevir fazia-o sentir-se numa bucólica vila.

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Capítulo 6 – Rumo ao Desconhecido (Parte 2 – Final)


Alexsander, Tifo e Rassufel continuam a caminhada pela encosta das montanhas Beor, sempre a leste, por mais dois dias. Andavam rápido, mas não tanto quanto no primeiro dia. Se não fosse assim, Rassufel teria parado a muito tempo.

— Vamos morrer antes de chegar em qualquer lugar se continuarmos desse jeito. — desabafou Rassufel na noite do primeiro dia.

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Capítulo 6 – Rumo ao Desconhecido (Parte 1)


Os dias passaram se arrastando. Não havia nada a se fazer dentro daquela caverna. As noites eram sempre cheias de sangue e horror. “Pelo menos ainda tenho minha armadura e minhas espadas”, pensa Rassufel.

Na verdade, ambas eram do exército. Também o era seu cavalo morto… O que era seu de verdade estava à salvo em Kaiga, na sua casa.

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Capítulo 6 – Acordando de um pesadelo (Parte 2 – Final)


Já fazia um tempo que Alexsander e Tifo tinham deixado Rassufel a sós. Não seguiu o conselho. Não conseguia dormir. Mal fechava os olhos e tudo já ficava vermelho e seu estômago embrulhava. Os olhos ardiam e a barriga roncava. O pão, abandonado num prato…

Estava tão irritado, frustrado e aterrorizado que não fez pergunta alguma. E ainda por cima tinha um monte delas.

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