Capítulo 4 – As Maquinações de uma Raposa (Parte 3)


Duque Grael estava em seus aposentos, como sempre. Irritado também, bem mais que o de costume. Não gostava nem um pouco do que ouviu de um de seus informantes: a garota-lobo tinha saído de Fafalar na manhã passada.

Era o pior que poderia ter acontecido! Era tão simples! Tão fácil! Como podiam seus mais competentes subordinados falhar assim? Deixaram a loba escapar!

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Capítulo 4 – As Maquinações de uma Raposa (Parte 2)


Sem pensar duas vezes, nem esperar Arth, Seire entra pela grande porta por onde o suspeito elfo havia passado instantes atrás.

E assim a garota-lobo se vê cercada pela penumbra: parecia ser alguma espécie de restaurante. Olha ao redor, a procura do elfo encapuzado, não percebendo que havia outro elfo a sua frente.

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Capítulo 4 – As Maquinações de uma Raposa (Parte 1)


Seire acorda. Sentia-se descansada. Era a primeira vez que consegue dormir por tanto tempo depois do que aconteceu em Néphise. Não sabia por quanto tempo havia dormido.

Olha ao redor. Raffléia ressoava tranquila, na cama do lado. Hafix devorava um grande pedaço de pão embebido em sopa. Arth estava em pé, ao lado da cama da sáuria, com os olhos fechados. Seire não sabia dizer se dormia ou apenas meditava. Havia uma vasilha com água e uma toalhinha numa mesinha ao lado de sua cama.

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Capítulo 3 – Ruínas de Hochberg


Já havia passado uma semana desde o saque a Hochberg. Os seus moradores já tentavam recomeçar tudo. Nada tinha ficado de pé após o ataque: queimaram a vila.

Assim que voltaram para Hochberg, quando achavam que o perigo já havia passado, encontraram algumas coisas inusitadas. Primeiramente, todos os pertences de valor estavam em duas carroças na entrada da vila, intocados tanto pelos saqueadores quanto pelo fogo. Porque se deram ao trabalho de separar as coisas de valor se não iriam levar? Será que Meltse e os outros conseguiram enxotá-los?

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